

Um conto de fadas clássico recontado, esta história segue as aventuras da pequena Polegarzinha, que, depois de ser levada de sua casa-flor por um sapo, deve navegar por um mundo de ratos gentis, toupeiras rabugentas e, eventualmente, encontrar liberdade e amizade com uma andorinha grata.
Certa manhã, uma flor mágica abriu-se num quarto aquecido pelo sol. Lá dentro, sentada num berço de pétalas, estava uma menina minúscula, não maior que um polegar. A menina sorriu para o mundo e sussurrou o seu nome: “Polegarzinha.”
Polegarzinha vivia entre as flores, cantando para as abelhas e navegando em barcos de tulipa. Mas uma noite, um Sapo húmido rastejou para dentro do quarto. “Vais casar com o meu filho,” coaxou o Sapo, tirando Polegarzinha da sua cama.
Ao amanhecer, Polegarzinha acordou numa folha de lírio no rio, a tremer. “Não quero viver num lago lamacento,” murmurou Polegarzinha. A corrente puxou a folha de lírio, levando-a para mais longe de casa.
Peixes nadando por baixo viram as lágrimas de Polegarzinha. “Ela não pertence aos sapos,” disse um peixe. Eles mordiscaram o caule até a folha de lírio se soltar.
O rio levou Polegarzinha por entre juncos mais altos que árvores. Pássaros chamavam por cima e libélulas brilhavam como faíscas. Finalmente, a corrente a colocou suavemente numa ampla margem verde.
Polegarzinha fez para si uma cama de folhas e procurou bagas e gotas de orvalho. Mas o verão desvaneceu-se rapidamente. Ventos frios agitavam a relva como pequenos tambores.
Um Rato cinzento e asseado encontrou Polegarzinha a tremer debaixo de uma folha. “Oh, que criança tão pequena num campo tão frio,” disse o Rato. “Vem para a minha toca. Ajuda-me a fiar, e partilharás as minhas migalhas.”
A toca do Rato brilhava com lanternas de sementes e terra quente. Polegarzinha trabalhava gentilmente — consertando sementes, tecendo fios. Mas o Rato sussurrava frequentemente sobre um vizinho, o Toupeira.
Uma noite, o Toupeira entrou pesadamente na toca. “Esta criança é quieta e educada,” disse o Toupeira orgulhosamente. “Uma esposa perfeita para um toupeira que vive em túneis profundos.”
As mãos de Polegarzinha apertaram o seu fio. “Eu… eu estou grata,” pensou ela, “mas preciso de luz solar e ar fresco.” Ainda assim, ela não ousou falar na frente do Toupeira.
No dia seguinte, o Toupeira levou o Rato e Polegarzinha para os seus túneis. A luz da lamparina tremeluzia nas raízes como cordas emaranhadas. Numa passagem jazia uma Andorinha imóvel, fria e sem vida.
“Oh, o pássaro tolo congelou,” disse o Toupeira. “Que bom. Pássaros não cavam.” Mas Polegarzinha ajoelhou-se ao lado da Andorinha e colocou a mão nas suas penas. “Ele não se foi,” sussurrou Polegarzinha. “Ele só precisa de calor.”
Enquanto o Toupeira seguia em frente, Polegarzinha cobriu a Andorinha com musgo. Noite após noite, Polegarzinha visitava, trazendo migalhas e cantando suavemente. Lentamente, os olhos da Andorinha abriram-se. “Pequena amiga,” murmurou ele, “tu salvaste-me.”
A primavera alcançou até os túneis escuros. A Andorinha esticou as suas asas curadas. “Se alguma vez precisares de mim,” disse a Andorinha, “chama, e eu virei.”
Logo o Rato anunciou: “Tudo está pronto! Vais casar com o Toupeira.” Um vestido de folha foi costurado. As tochas do casamento foram acesas. O coração de Polegarzinha doía — “Não posso viver para sempre sem o sol.”
Enquanto Polegarzinha caminhava em direção à entrada do túnel, uma brisa quente roçou a sua bochecha. Um familiar bater de asas encheu o ar — a Andorinha tinha voltado. “Pequena amiga, sobe nas minhas costas,” chamou a Andorinha. “Vamos voar para a luz.”
Polegarzinha subiu nas penas macias da Andorinha. A Andorinha subiu em espiral pela boca do túnel. Abaixo deles, a terra escura desaparecia.
Eles voaram sobre campos que despertavam na primavera, sobre flores que se abriam como rostos brilhantes. O ar cheirava a mel e a relva quente. Polegarzinha riu pela primeira vez em muitos meses.
Numa flor branca e brilhante, a Andorinha a pousou. Lá dentro viviam seres-flor, minúsculos e brilhantes, com asas próprias. Eles a saudaram com canções, e o príncipe das flores deu-lhe um par de asas de libélula. “Agora tens um lar”, disse ele, “e um céu azul sem fim.”
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